N/A: Hoje, vou falar mal de alguém. Como ninguém lê, então ninguém vai ver.
Bom, divirtam-se! Afinal, o que é melhor do que ouvir maldades sobre outra pessoa? (6)
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“Há, agora sei, alguma coisa odiosa no seu jeito de olhar, no seu jeito de andar, no seu falar… Até na sua maneira de pensar!
Há, sim, alguma coisa odiosa em seus cabelos, em seu olhar, em seus trejeitos… Algo detestável em sua presunção, em sua falsa animação, naquela gentileza exagerada. Sempre com a razão!
Mas que ingratidão! Que decepção! Que humilhação! A minha, claro, por falar tão mal de alguém com tanta desambição (N/A: Modéstia)! De tão bondoso coração!
Tão genial, tão sensacional, tão fenomenal! Que grande animal! Besta celestial! Egoísta descomunal!
Com certeza é você no céu e Deus na Terra. E por que não, magnificência? (Todo mundo bem sabe que isso é alguma deficiência!)
Problema de ego. Falta de sossego. É fogo! (Fogo lá onde você bem sabe.)
Há alguma coisa odiosa em minhas lembranças, as quais tento esquecer, com relutância.
Algo ainda perdura. Parece não haver cura, está em minhas memórias, para sempre a mesma história… Talvez eu ainda te ame.”
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N/A²: Alguém acreditou mesmo que eu ia falar mal de outra pessoa aqui?
Não tenho porque falar mal de ninguém por enquanto. Bom, o texto saiu meio brisado (teria saído melhor se de repente eu não quisesse sair por aí rimando em prosa ¬¬’), mas eu tive a base dessa idéia assistindo “Por amor” e lendo uma história antiga que eu escrevi… Me pareceu meio boba, como essa também vai parecer daqui a um ou dois anos.
Continuem aguardando um bom texto, ele vai sair mais hora, menos hora ![]()
Obrigada pela atenção! Uma ótima semana!
